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Soltura de animais silvestres
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Animais silvestres geralmente vindos de apreensões do tráfego, como as Araras, Papagaios, Macacos, Jabutis, Passeriformes, etc. - trazidos pelo Ibama, Polícia Militar Ambiental, Guarda Municipal ou por entrega voluntária (sem penalidade alguma para o proprietário que entrega), após permanecerem durante determinado período no Criadouro Conservacionista da Univap, localizado no Campus Urbanova, para reabilitação dos maus-tratos sofridos, são, depois de cuidados, quando possível, reintegrados à natureza.
Órgãos ou membros da sociedade civil envolvidos na recuperação dessas espécies realizam campanha de conscientização para que as pessoas não prendam animais silvestres em gaiolas ou os mantenham em cativeiro, ou mesmo os soltem indiscriminadamente,
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pois ações desse tipo, além de intervirem na natureza, são crimes ambientais e passíveis de processo criminal.
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A orientação é para que a comunidade entregue os animais aos Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), Policia Militar Ambiental ou em Criadouros Conservacionistas, como a Univap, devidamente registrados no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Em novembro de 2008 a Univap encaminhou para soltura três casais de Araras-Canindés (Ara ararauna) para Alto Paraíso de Goiás (GO), habitat natural das espécies e mais dezenove, sendo que onze nasceram no Criadouro da Universidade, onde estão em preparação para serem devolvidas à natureza em abril deste ano. Outros 110 Jabutis estão preparados para soltura em Tremedal (BA), aguardando somente a |
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liberação da documentação do Ibama.
O trabalho realizado pelos professores, veterinários, funcionários e alunos na Univap consiste em três etapas. Na primeira, as espécies são alojadas em locais para adaptação, principalmente quando se trata de ex-animais de estimação. Nesse espaço, os animais permanecem quase sem contato com humanos e convivem com exemplares da mesma espécie a fim de se familiarizarem com eles. Além disso, é necessário adequar a alimentação, o exercício de vôo e dos exames de saúde. A segunda fase refere-se ao transporte a uma área de soltura onde permanecerão em recintos maiores para adaptação e posterior soltura. Na terceira e última etapa é a soltura propriamente dita no novo território. Nesse período os responsáveis pelos projetos de soltura dão suporte alimentar às espécies e monitoramento por um período de no mínimo um ano, conforme normatização do Ibama - permanente - uma vez que os animais estão microchipados e com algumas marcações que possam ser visualizadas externamente.
Ajude a preservar e não compre animais silvestres.
"....mellhor se guardar o voo de um pássaro do que um pássaro sem voo." Antonio Cicero
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