Nome: Ana Paula Marques dos Santos
Curso: Jornalismo - FCA
Ano de Graduação: 2007

A poetisa que sonhava cursar faculdade de Jornalismo, uma paixão que jamais se apagou.
Contarei uma breve história de uma garota que nunca se cansou de lutar pelos objetivos.
Aos 17 anos, ingressou no curso de Jornalismo na Univap. Tão meiga, quietinha e observadora, viajava ao bolar poemas nos intervalos entre as aulas.
Com o passar dos dias, conquistou amizades pela simpatia e simplicidade.
No 2º ano, estagiou na Empresa Cone Leste Publicações onde escreveu belas matérias.
Já no 3º ano, começou a estagiar no Centro de Ex-Alunos da Univap onde adquiriu inúmeras experiências. Ah, tempo bom!
No decorrer do tempo, a personalidade da moça foi mudando: tornou-se mais comunicativa e “sem vergonha” (no bom sentido, é claro! risos) devido aos estágios e trabalhos colocados em prática promovidos pelo curso.
Logo no 4º ano, não deixou escapar a oportunidade de estagiar na Câmara Municipal de São José dos Campos como assessora de gabinete. Ela garante que durante este período, se surpreendeu pelas surpresas que surgiam a cada dia.
Com um brilho no olhar, Ana Paula, por ter concluído uma etapa que tanto almejava, contou um pouquinho de sua trajetória enquanto universitária.
[...]
Agradeço à Empresa Cone Leste Publicações pela paciência e apoio, ao pessoal da Univap pelo carinho e confiança e à Câmara Municipal por tornar cada momento, um aprendizado.
Quero e pretendo dar o melhor de mim como uma Jornalista competente e bem sucedida, levando a ética em primeiro lugar.

Um grande abraço e, ..., a gente se vê por aí!

Ana Paula Marques
anapaulajornalismo@yahoo.com.br



 
   
Nome: Silas Monteiro de Carvalho
Curso: Turismo - FCA
Ano de Graduação: 2006

"Com certeza muitos enfrentaram dificuldades, ou pelo menos um certo descaso das pessoas com as quais conviviam quando decidiram estudar turismo.
Quem de nós nunca ouviu: “O que? Você vai ser turista?” Ou então “Ah! Vai viajar bastante, né?”, e tantos outros comentários. Mas, de certa forma, os comentários não estavam totalmente equivocados, fomos também turistas, pois, viajamos bastante durante o curso.
Mas o mais importante é que as dúvidas que nós mesmos tínhamos quanto ao caminho escolhido, aos poucos foram sendo minimizadas e pudemos então mostrar com segurança e tranqüilidade que seríamos bem mais que meros “turistas”.
Ao se pensar na turma, união definitivamente não era a primeira coisa que nos vinha à mente, mas houve momentos em que a turma uniu as forças em prol de um objetivo comum, obtendo muito sucesso.
Coroando esses quatro anos de relacionamento, tivemos o evento da feijoada, que despertou um grande espírito de união entre a turma, tendo este um resultado que nos encheu de orgulho.
Nunca se viu a turma tão empenhada em um único objetivo, nunca se viu tantos e-mails, telefonemas, tanta movimentação. Mas no final valeu a pena!
Não podemos nos esquecer das diversas visitas técnicas, quanta coisa pudemos aprender, quanta experiência bacana!
A primeira lição que aprendemos com estas viagens, além da aplicação dos conceitos discutidos em sala de aula, foi que a atividade turística não deve gerar impacto na comunidade receptora.
Houve dias tristes, mas também dias muito felizes.
Alguns de meus dias difíceis, mas também felizes, foram vivenciados trabalhando dentro do CEAU – Centro de Ex-alunos da Univap, local que possibilitou um grande aprendizado profissional e pessoal, que hoje lembro com felicidade através da oportunidade que me foi dada ao escrever este depoimento.
Um grande e caloroso abraço a todos aqueles que convivi durante a minha passagem pelo CEAU!"




 
   
Nome: Marcos Roberto de Oliveira
Curso: Jornalismo - FCA
Ano de Graduação: 2001
Profissão Atual: Responsável pela Gestão da Comunicação e da Informação do setor de pós-graduação lato sensu da Univap.

"Em 1998, quando da minha escolha pelo curso de graduação em Jornalismo na Univap, a fiz por estar muito envolvido com a elaboração de boletins mensais com mensagens católicas em uma paróquia de São José dos Campos/SP. Eu sentia muita satisfação em escrever os boletins e receber os feedbacks, positivos ou negativos, de algumas pessoas da comunidade. Essa interatividade permitida por aquela atividade, fez-me ingressar no curso de Jornalismo. Bem, meu sonho durante todo o curso era de trabalhar em algum grande jornal de circulação nacional, mas, à época, eu trabalhava em uma indústria farmacêutica. Então, em 2000, quando eu estava no terceiro ano da faculdade, resolvi pedir as contas da empresa e tentar a vida como jornalista. Foram muitos momentos bons, outros ruins. Trabalhei de graça por algum tempo, mas consegui um emprego como repórter da Folha de S. Paulo. Enfim, o sonho estava se tornando realidade. Depois trabalhei em algumas assessorias de imprensa e hoje trabalho aqui na Univap. Atualmente, sou responsável pela Gestão da Comunicação e da Informação do setor de pós-graduação lato sensu. Graças a minha coragem e muita ajuda de minha mãe, que sempre me apoiou em todas as minhas decisões, sinto-me muito orgulhoso da minha curta carreira. Daqui para frente, pretendo crescer mais e para isso estou investindo nos meus estudos. Já conclui um curso de especialização em Jornalismo Científico (Unitau) e estou prestes a concluir outra especialização em Educação a Distância (Senac-RJ). Além desses cursos, faço algumas disciplinas como aluno especial em uma linha de mestrado da Unicamp. A decisão de ingressar em uma faculdade traz muitos desafios e dificuldades, porém também nos acrescenta muitas experiências boas e gratificantes. Fiz muitos amigos, os quais preservo até hoje. E apenas estas amizades já me fariam crer o quão enriquecedor foi fazer Jornalismo na Univap."




 
   
Nome: Roque Mendes
Curso: Ciências Econômicas - FCSA
Ano de Graduação: 1980
Profissão Atual:Professor nos cursos de Economia, Administração, Ciências Contábeis, Secretariado Executivo, Direito, Engenharia, Jornalismo, Turismo, Publicidade e Propaganda e Coordenador do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão Empresarial da Univap.

"Estou escrevendo esta mensagem em um momento muito feliz da minha vida. Em 16 de dezembro de 2005 lancei o meu primeiro livro "Matemática Financeira ao alcance de todos". Este livro é fruto de 10 anos de aulas sobre o assunto, uma experiência que me direcionou para um material bem voltado para as necessidades observadas nos quase dois mil alunos que dividiram comigo conhecimentos, durante esse longo tempo. Espero que seja um livro de grande utilidade para muita gente. Sou formado em Economia na Univap, pós graduado em Administração financeira na Faculdade Santana/São Paulo e mestre em Planejamento Urbano e Regional na Univap. Ainda muito jovem formei-me em música, lecionei e militei na vida artística durante 14 anos. Sou professor na Univap há 23 anos, lotado na FCSA, onde leciono Economia, Matemática financeira, Contabilidade social, Economia Monetária e outras disciplinas. Implantei e sou coordenador do curso de Pós Graduação Lato Sensu em Gestão Empresarial, o qual já existe há 13 anos. O que marcou muito a minha vida é que vim de uma família humilde com 12 filhos e só pude estudar depois de ter casado e constituído família, quando iniciei a faculdade com 37 anos e não parei até hoje, já com 65 anos de idade. Procuro sempre dar isso como exemplo aos meus alunos, pois quando se quer nada é impossível e nunca é tarde para ver nossos sonhos realizados. Eu demorei para iniciar mais iniciei e nunca parei, pois sou da opinião que quanto mais sabemos mais sabemos que nada sabemos. Um grande abraço aos meus ex-colegas e ex-alunos."




 
   
Nome: Sérgio Reginaldo Bacha
Curso: Direito/ FD
Ano de Graduação: 1979
Profissão Atual: Professor do Curso de Direito da Faculdade de Direito do Vale do Paraíba - UNIVAP

"Se eu não fosse advogado queria ser advogado. Este é o sentimento que ainda nutro. Desejado e sonhado desde a adolescência, ouvi certa vez de meu pai, tentando persuadir-me que, o diploma em direito propiciava ao formando um leque de opções: poderia ser juiz, promotor, delegado, procurador, assessor, consultor, embaixador, professor e até advogado. Era o profissional com as maiores alternativas de trabalho. Fiz a escolha que era a minha vocação: advogado. A figura do advogado, especialmente no Brasil, sempre foi de ocupar posição proeminente, a começar pelos cargos públicos de tão enobrecedoras razões, até mesmo por mandatos políticos de deputado, senador, vereador, governador e prefeito, quando eram motivo de honra social. Muitos Presidentes da República foram advogados. Tido como defensor da liberdade, sua atuação não se cinge a defesa dos réus nos processos criminais. Trava incessante e árdua batalha diuturna com o Estado Leviatã para garantir não só a liberdade, mas principalmente as liberdades públicas: liberdade da pessoa física de locomoção e circulação, liberdade de pensamento, opinião, religião, informação, artística, comunicação do conhecimento, liberdade de expressão coletiva, de reunião, de associação, liberdade de ação profissional como livre escolha de trabalho, ofício e profissão, e liberdade de conteúdo econômico e social, da livre iniciativa, de comércio, de autonomia contratual, de ensino, de trabalho. Por isso, não é sem razão que a Constituição da República Federativa do Brasil consagra e faz menção expressa ao único profissional liberal – o advogado, como essencial à administração da justiça. “Sem advogado não se faz justiça” Os operários do Direito que num primeiro tempo de suas vidas se ocuparam em outras empreitadas, não dissimulam a intenção intrínseca e acabam volvendo às lidas da advocacia, tenham sido membros do Poder Judiciário, do Poder Executivo ou do Poder Legislativo. É um sonho, ser advogado. Mas é preciso vigiar e estar atento, ao permanente estudo, atualização por força das constantes mudanças sociais sempre permeadas pela legislação esparsa, e, principalmente, pela irrenunciável e inexpugnável ética, a mãe das conselheiras. Num mundo onde os valores morais sofrem verdadeira avalanche, onde a informação anda na velocidade da luz, é a ética que há de nortear todas as ações, numa interminável aula que pode ser caridosamente ministrada pelo advogado. Se eu não fosse advogado queria ser advogado, amém."




 
   
Nome: Francisco Moral
Curso: Engenharia Civil - FEAU
Ano de Graduação: 1980

"Tal como um rio que caminha para chegar ao seu destino, também a univap trabalha por seus objetivos.
Um rio tem seu formato definido pelas margens, a univap tem seus alunos caracterizando-a na sociedade.
O rio nos ensina que uma curva pode significar a solução de problemas, e isso não o desmerece.
Mudanças e adaptações são necessárias, mas nossos sonhos e objetivos estarão sempre presentes ao longo de todo o caminho."




 
   
Nome: Tércio Ueda Yaokiti
Curso: Engenharia Civil - FEAU
Ano de Graduação: 1981
Profissão Atual: Engenheiro civil e Gerente de Projetos e Obras da Univap

"Em 1989, já como professor, fui aperfeiçoando meus conhecimentos e posteriormente como engenheiro responsável pelas obras da Universidade pude colocar em prática todos os conceitos aprendidos. Hoje sou responsável por uma equipe de engenheiros e arquitetos, que possibilita alcançar os objetivos, recebendo, sempre, por parte da Reitoria, a motivação necessária para enfrentar os novos desafios."